Yo-ho-ho! Piratas no Parlamento Europeu.

O site Pirate Bay, o mais popular do mundo para arquivos de torrent, é um site sueco. Este ano o site foi julgado e os membros declarados culpados (apelações já estão em processo, além disso, em paralelo, o juiz do caso está sendo julgado para verificar se foi parcial, considerando que ele faz parte de grupos pró-copyright). O resultado do julgamento causou o maior "rebuliço" na Suécia e ocasionou uma expansão vertiginosa no recém-criado Partido Pirata.

Ante-ontem (07/06/09) ocorreram as eleições, na Suécia, para eleger os membros que representarão o país no Parlamento Europeu e o Partido Pirata conseguiu 7,1% dos votos, garantindo ao partido 2 das 18 vagas suecas no Parlamento Europeu. O Partido Pirata tornou-se o 4º maior partido do país e gerou alguns filhotes: a "filial" Alemã do Partido Pirata conseguiu 1% dos votos, o que preenche os requisitos necessários para a oficialização e sedimentação do partido na Alemanha. Em vários outros países europeus, filiais do Partido Pirata também começam a aparecer.

Enquanto o Senado brasileiro aprova a Lei Azeredo, a Europa coloca piratas no Parlamento. Esse evento pode representar o inicio da solidificação das formas como passamos a lidar com direitos autorais, a cópia, a propriedade intelectual e a pirataria desde o surgimento da internet (que aqui no Brasil foi, na prática, há 13 anos). Estamos vivendo uma mudança de paradigma no mundo, e esses suecos me parecem uma representação sólida disso. Podem ser apenas dois dentro do Parlamento Europeu inteiro, e além disso, eles não terão nenhuma influencia direta sobre nossas vidas no Brasil, por outro lado, dois piratas pode ser tudo que se precisa para seqüestrar um navio. :)

Links para as matérias:

1 - Pirate Party Wins and Enters The European
2 - How Pirates Shook European Politic

Abraços,
Nilson

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CRTs vs LCDs: aquilo que os marketeiros não querem que você saiba

Falei recentemente com um amigo que pretendia comprar um monitor CRT de 19 polegadas para mim, amigo que prontamente assumiu a postura de "tu tá comendo merda cara? Ficou maluco?", alegando serem os CRTs "absurdamente caros" em termos de energia. Ponto pra ele quando falou que existem LCDs de 19 na faixa de R$700,00 - R$800,00, eu desconhecia o fato. Porém sobre a questão da energia, heh, afirmo que as pessoas que dizem os CRTs serem "muito caros na energia" só estão repetindo o coro dos marketeiros. Vamos aos números!

A celpe, de acordo com tabela atual, cobra R$0,49 por megawatt/hora.

O monitor CRT 997MB da Samsung, de 19 polegadas, consome 100w/hora e custa R$499,00.
Considerando que esse monitor seja usado 8h/dia durante um mês, ele será reponsável por um consumo total na ordem dos R$11,83 por mês. Não me parece algo que vá transformar alguém em mendigo da noite pro dia...

No momento estou usando monitor CRT 453DFX, também da Samsung, 17 polegadas, com consumo de 80w/hora, resultando num custo mensal de R$9,47. Se me perguntarem, um aumento de R$2,36 na conta de energia no final do mês me parece algo bastante inexpressivo.

Consideremos uma mudança então para um LCD de 19, por continuidade, escolhemos um modelo da Samsung vendido na mesma loja, o 932B, por R$719,00. Consome 38w/hora, ou seja, R$4,50 por mês. Considerando que a diferença de preço entre o CRT e o LCD é de R$220,00, o modelo LCD vai levar 30 contas de energia, ou seja, dois anos e meio, para pagar a diferença de preço entre ele e o CRT.

Talvez seja mais produtivo fazer outra coisa com esses R$220,00 em dois anos e meio, como investir nos mercado de ações ou sei lá, mas parcelar 220 em 30 meses me parece uma vantagem bem... insignificante.

Apesar de tudo isso, como bom nerd sou forçado a admitir que se realmente LCDs tivessem uma qualidade superior aos CRTs, isso por si só me seria motivo suficiente para a mudança, deixando gastos de lado. Mas não é bem o caso, por mais sexy que sejam os LCDs, com suas formas delgadas e leveza de ser, eles ainda não conseguem acompanhar a qualidade dos CRTs.

- A indústria fez ótimos progressos recentemente com relação ao tempo de resposta, é verdade, mas para usos realmente rápidos, como jogos ou filmes de ação, eles ainda ficam um pouco a desejar, o Tom's Hardware verificou que a maioria dos LCDs que afirmam ter 12ms de resposta, na verdade chegam há 18ms ou mais, quando a coisa aperta.

- A questão da fidelidade de cores já foi solucionada em laboratório, é verdade, mas ainda não é possível aplicar toda a fidelidade de cores que um CRT tem num produto para o mercado, ainda é caro demais. Os LCDs disponíveis hoje no mercado chegam, na melhor das hipóteses, a uma fidelidade de 90% - isso os modelos mais caros, espere um desempenho pior pros "barateiros".

- O contraste já foi parcialmente resolvido, nos modelos mais caros, portanto não é mais questão tão importante.

- E o último e menos falado dos fatores é algo decisivo pra qualquer gamer: os LCDs não conseguem reproduzir bem mais de uma resolução. Comprou um LCD? Ficou preso pro resto da vida na resolução nativa dele. Pra maioria das pessoas isso é detalhe, mas os gamers freqüentemente se vêm às voltas com mudanças de resolução, seja usando uma resolução maior que a do desktop pra evitar serrilhados, seja reduzindo a resolução pra poupar o PC cansado velho de guerra e permitir espremer um pouquinho mais de potência para rodar os jogos novos. Pois é, estratégias apenas possíveis num CRT.

Haverá um dia em que nós teremos monitores melhores que os velhos cubos pesadões dos CRTs, a tecnologia não pára, mas esse dia ainda não chegou. Enquanto isso os LCDs continuam sendo ótimos pra caixas de supermercados, mesas de gerente de banco e laptops.

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Sandman, absoluto!


Já tinha um certo tempo que eu 'tava querendo comprar aquelas edições encadernadas de Sandman da Conrad - o problema era que eu nunca encontrava o Prelúdios e Norturnos e o Casa de Bonecas disponíveis pra venda. Pois bem, enchi o saco de ficar procurando. Já ouviram falar na edição Absolute Sandman? Custa mais de R$ 260,00 na Livraria Cultura, mas na Amazon vendem por US$ 62,29, e como o dólar tá cotado a menos de R$ 1,85, o livro sai por menos de R$ 150,00 - COM o frete. O meu 'tá nos correios, em algum lugar entre lá e cá. :)

O livro é cheio das firulas: abrange as sagas "Prelúdios e Noturnos", "Casa de Bonecas" e "Terra dos Sonhos" (ou seja, as primeiras 20 edições), tem mais de 600 páginas, inclui roteiros "originais" e galerias de personagens, provavelmente coisas aleatórias e, a parte mais legal, colorido refeito. O próprio Neil Gaiman já havia declarado que o colorido usado nas primeiras HQs do Sandman tinha sido desenvolvido pra um processo que aparentemente não era mais usado e que "piorava a cada reedição". Pra ilustrar:

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Auto Assault morreu

O site oficial do jogo anunciou que a partir de 31 de julho o jogo deixa de funcionar. Realmente não é uma surpresa, quem leu meu review do jogo sabe as impressões que tive do mesmo. Aainda assim, o que me espanta é que ele já tinha uns dois anos. Na minha memória era BEM menos. O_o

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Filosofia Nerd: a vida

A vida é um .avi tocado num player tão ruim que nem botão de pause tem.

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Teoria da Conspiração: Google

Pena que Steve Jackson não pudesse falar do Google quando inventou o Illuminati. :)

http://www.youtube.com/watch?v=9zKXCQpUnMg

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U-hu! É dessa vez que a Sony se fode! :)

Saiu no UOL Notícias:
"Em janeiro, no Japão, as proporções de venda do Wii em relação ao PlayStation 3 foram de três para um, aproximadamente. O console da Nintendo vendeu 405 mil unidades, enquanto o da Sony ficou em 148 mil."

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Gadgets, gizmos and... iPhones?

Sério, eu não podia me importar menos com os tais dos iPods: formas caras de se ter mais armazenagem no device de MP3 portátil do que você provavelmente tem de músicas que quer realmente ouvir no HD do seu PC, DRMs e frescuras em geral que precisam ser hackeadas pro troço começar a ficar bom e etc. Mas esse iPhone... EU QUERO! (e provavelmente nunca vou ter >_<). Tem quase tudo de legal em gadgets que já postamos no codethenet: é um "palm" que tem sensor pra perceber se estar na vertical ou horizontal, opera o sistema OS X, tem 8GB de armazenagem e tecnologia multi-touch!

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O retorno da lenda

ShareReactor lives again!

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Google: é tudo culpa dos pombos!

Não acredita? Siga o link.

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Arte digital?

Hadouken!

Postem suas obras nos comments :)

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1280x960 e 1280x1024

...ou "existe mais no CodeThe.Net que a replicação de vídeos do YouTube".

Nos tempos de Windows 3.1, 95 e monitores de 14' não havia o que discutir: 640x480 era a resolução para ser usada. A partir dos monitores de 15' a maioria passou pra 800x600. Hoje, com os monitores de 17', 1024x768 parece agradar a maiora. Como sempre, existem uns mais empolgados que querem passar para a próxima fase: resoluções que comecem com 1280, o que traz um problema interessante de falta de proporção.

Eu estava discutindo com um amigo meu que teimava usar a resolução "máxima" 1280x1024 e, para a minha surpresa, descobri (em forums) que essa combinação é bem mais comum que a que termina em 960. Bizarro! Muito bizarro! Deu trabalho pra convencer a criatura o motivo de "1280x1024" estar "errado" (aliás, mais trabalho pra fazer com que prestasse atenção na explicação matemática que realizar a explicação em si), mas eu consegui. Então, pra quem trabalha com vídeo, edição de imagens em alta resolução, joga com uma placa de vídeo absurda e resolução máxima ou simplesmente ultrapassou a barreira dos "1024" no desktop caseiro, provas de que "x960" é a resolução "correta":

1 - como vocês devem saber, nossos monitores comuns (não-widescreen) têm uma proporção de 4:3. O que isso significa? Que 640/4*3=480. Que "três quartos" de 800 é 600. Que "1024 está para 4 assim como 768 está para 3". Agora é só fazer as contas e verificar que 1280/4*3=960.

2 - mesmo que você ignore a proporção de 4:3 dos monitores, basta verificar que 640x480, 800x600 e 1024x768 são diretamente proporcionais, mas a progressão se quebra se você colocar 1280x1024 na jogada, o que não acontece com 1280x960.

E em que é que isso lhe interessa? Bem, simplesmente o seguinte: quem usa a resolução de 1280x1024 está vendo uma imagem distorcida. Sua fotos pessoais ficam tronxas, seus papéis de parede criados tão cuidadosamente no Photoshop vão ficar esticados nos computadores com a resolução correta, os vídeos vão passar com um aspect ratio distorcido no seu PC, mesmo que estejam sendo exibidos em tela cheia. Ou seja, tudo que envolva o mundo visual do seu PC fica tronxo e tudo que seja criado nele e passado pros outros PCs também vai sair tronxo. E por hoje é só, pessoal.

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Hypnosis Effect

I know a bot...

"...her name is Anna, Anna is her name.
She can ban you, ban you so hard.
She cleans up our channel
I want to tell you that I know a bot."

Link! (em inglês)
Link! (em português)

E um pouco de contexto:
"BassHunter became a noted artist in Sweden, Denmark and Norway after the release of the single Boten Anna ("Anna, the bot") in 2006. The song topped hit charts and was on the 3rd of May 2006 named Norway's official Russ-song" (da Wikipedia)

:D

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E agora algo realmente útil: como baixar vídeos do YouTube

Se você é do tipo de gente que fica puto quando vê um vídeo legal na net e não consegue baixar, se você é um cara que, como eu, prefere arquivar os vídeos no próprio HD, ao invés de ser obrigado a salvar os links e ter de fazer o processo chato de "ir no site e esperar o vídeo carregar de novo", bem, aqui está a solução: meu pequeno guia "como baixar vídeos do YouTube."

Primeira etapa: como salvar o vídeo.
O link "http://javimoya.com/blog/youtube_en.php" é seu amigo. Se você usa o Firefox, ótimo, vá no link, pegue a extensão que eles criaram pro Firefox, siga as instruções do site e seja feliz. Se você não usa Firefox, perceba que na parte de cima do site existe um campo chamado "Download direct from most video sites", lá você cola o endereço da página do YouTube que tem o vídeo que você quer, marca a opção de download do YouTube e clica em "download", o site vai então exibir o link que lhe permite pegar o dito cujo.

Segunda etapa: como tocar essa porra de vídeo?
Beleza, agora você vai ter no seu HD um lindo arquivo com a extensão "flv". O que fazer com esse troço? Pois é, eu também quebrei minha cabeça e gastei um tempinho até descobrir uma solução satisfatória. Você pode usar o Video Lan Media Player (VLC) ou o FLV Player, simples e funcional. Ok. Mas essas entram na categoria de "soluções não satisfatórias". Pra que ser obrigado a usar um programa limitado (FLV Player) ou escroto (VLC) pra tocar esses arquivos quando eu posso simplesmente usar o perfeito Media Player Classic (MPC)? Vamos lá.

1 - Pra começar você vai precisar de uma versão recente do MPC (6.4.8.9 pra cima. Eu tou usando o 6.4.9.0). Link.
2 - Você vai precisar de uma versão recente do ffdshow (a última oficial, de 2002, não funciona. As betas, alphas, gamas e com mods, talvez). Aqui está uma de 2005 que funciona: link.
3 - Instalados ambos, o MPC e o ffdshow, a coisa ainda não acabou. Entre na parte de "video decoder configuration", ache o "FLV1" e selecione o mesmo pra ser decodificado com o "libavcodec".
4 - Registre as extensões .flv pra serem abertas com o MPC.

Pronto. Agora você pode baixar arquivos do YouTube e toca-los no melhor media player existente. E se você usa o Windows Media Player, tá na hora de deixar de ser lammer e virar gente.

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Cybermouses

Cientistas alemães conectam chip à cérebro de rato vivo
da Ansa, Londres

Uma equipe de cientistas alemães conseguiu conectar um chip de computador ao cérebro de um rato vivo. Esse é o primeiro passo para desenvolver um dispositivo que ajude os paraplégicos a recuperar seus movimentos.

A pesquisa, publicada pela revista especializada "Journal of Neurophysiology", foi liderada pelo professor Peter Fromherz, do Instituto Max-Planck de Bioquímica, em Martinsried, perto de Munique.

A revista informa que os pesquisadores conseguiram fazer esta conexão utilizando diversos cabos, um chip de computador a uma parte do cérebro do roedor.

Segundo os especialistas, o chip poderá dar novas respostas ao estudo realizado sobre os efeitos das drogas sobre a memória e, a longo prazo, ajudar a conectar membros artificiais a pacientes com amputações ou paralisias. Neste caso, os cabos enviariam sinais para que a prótese se movesse.

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QuoteThe.Net

"La mejor manera de investigar en internet sobre un tema es buscar a alguien que ya lo haya hecho y publique la información a respecto."
- Virginia Luzón Fernándes

"Imagino un nuevo tipo de narrador, uno que es mitad hacker, mitad bardo. El espíritu del hacker es una de las fuentes de creatividad de nuestro tiempo, capaz de hacer cantar a los circuitos inanimados con voces cada vez más individuales y extrañas. El espíritu del bardo es irreemplazable para decirnos qué hacemos aquí y qué significamos los unos para los otros."
- Janet Murray

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Animedvice

Pra quem realmente gosta de animes, o AnimeDB sempre foi um site útil: oferece resumos, reviews, detalhes de produção, quem-fez-o-quê, links para hashes para ed2k... um IMDB, melhorado, para anime. Inclusive, com o AnimeDB-O-Matic você pode ainda usar o banco de dados dos caras para ainda mais coisas como: automatizar a listagem da sua coleção pra compartilhar com os outros (aqui tá uma parcial da minha) e checar se o arquivo que você tem no HD, CD ou DVD é exatamente igual ao que o fansuber deu o release, ou se ele sofreu alguma corrupção no meio do caminho. Por si só já é um dos meus sites favoritos, mas as coisas melhoram.

Uma galera à parte do AnimeDB resolveu lançar o Animedvice, um site que serve para descobrir qual o tipo de animes que você gosta e lhe recomendar o que você deveria ver. Ele pega os animes nos quais você votou, compara suas notas com as que outros usuários deram, acha um perfil de usuário que seja próximo ao seu, descobre o que mais aquele cara gostou que você não viu e deduz que, se o perfil dele parece com o seu, você tem boas chances de gostar do que ele gostou. Claro, em quanto mais animes você vota e quanto mais usuários se cadastram no serviço, mais chances ele tem de lhe dar uma sugestão boa. Vi as minhas e, tenho que concordar, os desenhos que ele me sugeriu são exatamente os que eu tava "de olho" já, querendo ver, com excessão de 3 (dos 10) que fiquei meio com a pulga atrás da orelha e devo dar uma chance no futuro.

Agora o que é que o Animedvice tem haver com o AniDB? 1 - ele usa a lista de animes do bancão de dados aí. 2 - ele pega os VOTOS que você deu nos animes do AniDB e copia os dados automaticamente, assim você não vai precisar sair votando em todos os animes que viu em dois lugares diferentes, e nem refazer os votos que já deu antes! Pra mim isso foi particularmente útil: eu já votei em 104 desenhos diferentes no AniDB e com um clique, kapof, tudo importado. Perfeito. Bookmarkeado na hora.

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Content, Restriction, Annulment and Protection

Veja o vídeo ;)

"Hi, I'm David Berlind, Executive Editor at ZDNet. Today, we're going to talk about a rather uncomfortable subject, CRAP. That's right, CRAP. Now, CRAP stands for Content, Restriction, Annulment and Protection. It's my catchy buzz-phrase for a technology that's really called DRM. Now DRM technically stands for Digital Rights Management, and it's a rather cancerous technology that technology vendors are actually building into most of the products that we're buying today.

So for example, if you own an iPod, it's got CRAP in it. That's right, it's got this technology that will restrict what you can do with your content, allows the owners of the content to annul that content-in other words, take it away from you-or protect it from being copied out onto the internet.

Now that was the original incarnation of DRM, to keep you from copying content on the internet. Now the way it works is we've got let's say a company who makes products like Apple here. And they have a technology that's CRAP that's around their products. And we'll put CRAP here because everything that happens inside of here, like video or let's say audio, for example, music, is protected by this layer of CRAP, and the only thing that can take that layer off are the devices that this company, Apple, says can take it off, for example, the iPod.

Now by itself, this isn't much of a problem until you go out and you buy a device that's based on Microsoft's CRAP. So here's a device that's based on Microsoft's CRAP, and here's their layer of CRAP here. And inside this little window is some video or some audio, like MP3 or music files. And guess what, when you take this layer of CRAP off, it only can play on a device that Microsoft says it can play on. Okay? The same way that Apple says when you take a layer of CRAP off of this music, it can only play on a device that Apple says it can play on. And the same thing goes, for example, for Sony. Sony has their own kind of CRAP. You heard about it with Rootkits and it's on their CDs, and put their own form of CRAP.

And guess what? If you try to connect these three universes, they don't connect. Doesn't happen. Sorry. Nada. This music won't play here. This music won't play here. And this music won't play here. That to me is a problem. That's why I say that all these devices, for example, the iPods that you buy out in the stores today, are a load of CRAP. I'm not going to buy any of this CRAP. Stop buying this CRAP. Don't buy any technology that has CRAP in it, because all it's going to do is make it impossible for you to take the content that you're paying good money for and play it anywhere you want."

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Frase nerd

Eu tinha que compartilhar essa:

"Jesus saves. The rest of you take 2d10 fire damage."

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A hack a day

Já se perguntou em como construir, com partes de uma impressora velha, um tanque de controle remoto que dispara balas de paintball? Ou um console Colecovision portátil? Ou ainda como fazer um motor de Lego abrir portas com comandos enviados por celular? Hack a Day! E não tentem fazer isso em casa, crianças... Ou se tentar, certifique-se de ser bom em eletrônica antes :)

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Ho! :)

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Faces will be melted!

Eu simplesmente adoro esses fenômenos espontâneos da internet. :)

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Yay to science!

...ou como transformar Slova em Wiborowa.

E eu me pergunto se vendem filtros de carvão com facilidade por aqui.

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Uma história de amor no mundo virtual

Sinceramente, uma das melhores coisas que eu já li desde que inventaram a internet.

A Love Story, by Jeff Freeman

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EVE Online de graça

O período promocional de trial do City of Heroes acabou. Aquele link que postei pra pegar os serials de teste ainda funciona, mas os keys fornecidos já expiraram.

Ok, mas não precisamos ficar tristes, o site MMORPG.com agora está oferecendo um trial de 14 dias para o EVE Online. No ano passado o site já tinha feito isso e eu aproveitei, garanto que vale a pena! É um jogão.

Pra quem quiser mais informação sobre o EVE, eu fiz um review e postei na Pootz Games, é só seguir o link.

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Narrativas

Rondando por aí na internet eu achei umas coisas: segundo estimativas, o custo de produção de Shrek, junto com o marketing, ficou em torno dos U$80 milhões. O World of Warcraft tem seu custo estimado (também com marketing) em U$40 milhões. Nós temos um jogo extremamente popular com um orçamento igual a metade do orçamento de um filme extremamente popular. Dá o que pensar...

A Abragames sustenta a informação que os lucros da indústria de jogos ultrapassou o da industria cinematográfica em 2003. Eu tinha visto uma informação parecida antes, só que ela dizia que na verdade os jogos não tinham ultrapassado toda a indústria cinematográfica, mas sim a renda dos ingressos para o cinema dentro dos USA. Uma diferença considerável, se contarmos que existem também os lucros dos ingressos em países fora do USA, da venda de DVDs, da venda dos filmes às redes de televisão e produtos em gerais (CDs de trilha sonora, action-figures, etc...)

De qualquer forma, é algo relevante. Não há como negar o fato de que os games estão se tornando um negócio tão grande quanto o cinema, e isso definitivamente vai implicar algumas mudanças de paradigma. Qualquer gamer atento já percebeu que atualmente cada vez mais os games se aproximam do cinema também no gameplay. Os gráficos mais realistas, as câmeras tiradas de filmes populares, as cutscenes e formas de contar a estória... Os próprios roteiros de alguns jogos são bem mais elaborados hoje do que os de alguns filmes, ao mesmo tempo que outros possuem estórias e roteiros que dariam perfeitamente um longa-metragem.

Aí, quando eu começo a conversar com André Neves aqui no Kimera e vejo as viagens de incluir IAs em filmes, com tecnologia de voice recognition pra interagir com o espectador, percebo que não são só os games que estão se aproximando do cinema, mas que o cinema também está dando uns passinhos pro lado dos jogos. Não é a toa que jogos de filmes e filmes de jogos estão se tornando cada vez mais populares. A maioria ainda muito ruins, mas potencial ao menos existe.

E no que é que tudo isso vai dar? Boa pergunta. Talvez eles não sejam duas coisas tão diferentes assim. Afinal de contas, games, filmes, HQs, RPGs e etc são todos formas de se contar estórias. Claro, em cada um deles existe mais do isso, mas é exatamente nesse ponto, na estória, que eles se tocam. E eu começo a enxergar um borrão aí.

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City of Heroes de graça

A produtora do City of Heroes está disponibilizando um trial gratuito (sem precisar dar informação de cartão, claro) de 14 dias. Já estou baixando o cliente. E aí, quem entra nessa comigo? :)

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Com calor?

Já pensou em colocar um cooler no seu mouse pra refrescar sua mão? Não? Então talvez exista salvação para você...




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Ela está vindo!

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Se tudo der certo e a alfândega não me fuder, em breve ela estará aqui: GeForce 6800GT modelo A400 GT TDH da LeadTek. Pesando 750 gramas, esse monstrinho precisa de cabo de força extra, dois slots de espaço e seu cooler absurdo pode ser usado para fornecer um overclock seguro. Citando o Bjorn3d:
I am happy to report I was able to overclock the WinFast A400GT TDH to 400MHz, which is a 50MHz core overclock from the stock speed of 350MHz (14%). This also brings us to stock GeForce 6800 Ultra speeds. The memory was also able to be overclocked to 1100MHz effective, like the GeForce 6800 Ultra
Vamos aos números:
  • NVIDIA GeForce GPU: 6800 GT
  • Clockrates (Core/Memory): 350-500MHz / 1000 MHz
  • Data Bandwidth: 256-bit
  • Memory: 256MB DDR3
  • Memory Bandwidth: 32.0GB/sec
  • Superscalar GPU architecture: 16
  • Vertices per Second: 525 Million
  • Pixels per Clock (peak): 16
  • 0.13 Micron Process Technology
  • 400MHz RAMDACs
  • AGP 8X
  • Microsoft® DirectX®9.0c Optimizations and Support
  • OpenGL®2.0 Optimizations and Support

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Quando os blogs vencem

OK, admito que fui derrotado. Eu era um odiador dos blogs até não muito tempo atrás, sempre achei uma coisa ridícula. Hoje, após participar do CodeThe.Net, ter criado o In High Steam pro acompanhamento das minhas partidas de Castelo Falkenstein e visitar ao menos uma vez por semana o Broken Toys, me dou por vencido. Tá, eu ainda continuo achando a maioria (quase a totalidade) dos blogs um bando de porcarias inúteis (principalmente os pessoais), mas confesso que tem muita coisa boa por aí, para o navegador ocasional :)

Como por exemplo um post que encontrei no Kill Ten Rats

My friend loves his alcohol. A lot. This guy once got so drunk on New Years Eve that he unzipped his pants on the Las Vegas Strip 30 minutes before midnight and relieved himself on Caesars Palace while random tourists took pictures. Now that you have that delightful image seared into your memory, we jump to last night. My friend, decides that Tuesday night is a great night to go to a bar. I decline his invitation, but he finds some drinking buddies and they set off. Around 1AM I get a drunk dialing call from him. It’s the usual how much he misses his girlfriend type stuff, but then he starts talking about WoW.

You see, my friend, unlike me the dilettante, pretty much concentrated on just playing WoW and only having character and an auction house guy. Even though he started playing at the end of January, the guy has hit lvl 60, bought an epic mount, and has enough money to buy another one if he feels like it. I have many friends that play the game. Some are in well organized guilds that have killed Onyxia several times. However, those guys all pretty much joined the same guilds they joined in beta, assuring that their fellow guildmembers would be fairly hardcore gamers. Myself and four others wisely cordinated and ended up on the same server (unlike my other friends), but we are casual players compared with the others. My drunken friend plays a lot more than us so he is frustrated. Hence the drunken call.

Ever since getting his epic mount my friend has been bored out of his mind. He wants to go try and kill Onyxia and run Molten Core, but he knows he won’t while he stays in our guild, yet he doesn’t want to leave his buddies since middle school. So he calls me and lays out the plan he must have been formulating for quite a while now. Using his advertising background he plans to turn out little guild of five guys from Orange County and a couple of Australians that don’t mind playing with us American insomniacs into the greatest guild ever. It’ll be interesting to see how far he goes with this, or if he’ll even remember tomorrow morning.

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Se "punk que é punk afoga a mãe no tanque", nerd que é nerd faz "cakes" no "EZ-Bake"

O ThinkGeek sempre foi um dos meus lugares favoritos para gastar tempo livre na web. Sério: eles têm coisas fantásticas! Não há dúvida que se eu ganhasse em dólar, ia fazer uma festa com os trocentos gadgets de lá. Dois exemplos da nerdice máxima são o USB Cafe Pad e o PC-EZ Bake Oven. Se você já precisou se um suporte para manter seu mug de café sempre quentinho ou se já pensou em como seria bom produzir snacks no seu próprio quarto (ou escritório, seja lá onde use o computador), sem precisar do deslocamento chato de ir até a cozinha, esses acessórios são tudo que você precisa! Imagino se algum dia eles vão criar uma solução para as inevitáveis idas ao banheiro...

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Questão de estilo

Prender um datashow no teto para ligar ao seu notebook (apelidado carinhosamente de "escudo do mestre") e projetar os mapas das dungeons diretamente sobre sua mesa de jogo? Desenhar os mapas no Photoshop com várias camadas diferentes para ir mostrando aos jogadores somente o que seus personagens conseguem ver e ir apagando a camada de cima para exibir coisas como portas secretas e armadilhas na medida em que seus jogadores vão descobrindo os segredos do mapa? Esses caras definitivamente sabem como jogar D&D!

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Telejogo na era 3d

Como parece ter se tornado um tipo de costume (tradição?) do CodeThe.Net postar esporadicamente joguinhos de web interessantes, apresento um dos mais divertidos que vi até hoje: Curveball. Basicamente um "Pong" 3D com efeitos de trajetórias curvas para a bolinha. Muito bom! :)


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Remix

Na semana passada um amigo meu pediu a mim, e a outro amigo nosso, para darmos uma "entrevista virtual" sobre cibercultura, tecnologia e seu impacto nas mídias, etc... Aí embaixo segue uma parte do log dessa entrevista :)

B:
o q eu queria é como esse processo de multiplicação influencia a obra, saca? se vcs acham q ela perde valor por ser menos única ou se valoriza de certo modo por ampliar as interpretações e vistas sobre ela

SirNiXXon: Pra mim somente valoriza
Trystan: eu ja sou mais conservador, tem que ter um criterio..
SirNiXXon: Claro, sempre tem um critério.
SirNiXXon: Mas veja: vc tem uma música, toca, a galera gosta, outro chega e resolve fazer um remix - dependendo da capacidade dele, pode ficar um lixo, ou muito bom. Se ficar ruim, a obra remixada se perde, se ficar boa, vai passar a tocar, talvez mais ainda que a obra original. Vc tem sua obra, editada, mas ganhando mais espaço do que ela ganharia inicialmente. Sem falar que isso também abre espaço prum novo público.
Trystan: mas como vc falou, é uma faca de dois gumes..
SirNiXXon: Por exemplo, Riders on the Storm: é uma música do The Doors. Foi remixada pelo Fredwreck recentemente, junto com os vocais do Snoop Dogg. Eu NÃO gosto de The Doors. Mas o remix, o trabalho do Fredwreck e do Snoop, me fez gostar do The Doors. Foi uma releitura de uma obra que eu nem sequer iria conhecer
Trystan: mas o The Doors já eh uma banda firmada
SirNiXXon: Firmada prum público antigo. Pro público mais novo ela é quase desconhecida. Então vc tem um público novo que tem um contato com a obra do The Doors e passa a gostar disso, pq essa releitura dá uma roupagem mais moderna, mais atual ao The Doors, uma roupagem mais adequada aos dias de hoje.
Trystan: eu posso dar um exemplo contrario: eu gosta da musica Light my Fire do The Doors, maas se eu a tivesse conhecido, pela versão do R.E.M eu nao ia nem querer conhecer o resto!
SirNiXXon: Mas isso aí é cover, não é remix. :) Quando vc escuta o remix vc tá escutando o The Doors original! Tá lá o vocalista do The Doors cantando! Tá o Snoop tb, e a musicalidade é outra, mas é a obra original ainda, só que mutada, híbrida. No caso de um cover a coisa é outra.
SirNiXXon: É outra voz, outra musicalidade, outra leitura, outro tudo. É Marisa Monte cantando claudinho e buxexa. É All Saints cantando Red Hot Chilli Pepers. Pode dar outra cara, abrir prum público diferente, fechar pra outros, mas não é uma transformação no sentido do remix, que é o original com elementos novos, e não uma série de elementos novos baseados num original. Ele é a modernização do cover talvez, através dos recursos tecnológicos atuais.
Trystan: mas pelo que vc falou, vc vai continuar nao gostando do The Doors e sim das remodelagens que fizeram com as músicas deles
SirNiXXon: Claro! :D Mas e pro The doors qual a diferença? Eu vou tá ouvindo eles e comprando as obras baseadas neles, não vou? Eles ganham divulgação, o nome deles se torna mais conhecido. E daí várias pessoas que de outra forma não escutariam The Doors vão ficar curiosas e querer ouvir o original, e algumas delas vão gostar.
Trystan: só uma citação: esse foi o mesmo argumento que eu ouvi de um critico de cinema.. falando sobre o novo filme de Constatine.
SirNiXXon: hehehehe
SirNiXXon: É como o Chico misturando o maracatu com rock e hip-hop. :) Se não fosse por isso, muita gente não ia conhecer ou gostar do maracatu. Eles gostam do maracatu antes por ser mangue beat, por ser moderno, e depois por ser pernambucano, por ser tradicional. ;)
Trystan: B?
SirNiXXon: deve tah namorando virtualmente e se esqueceu de nós. :)
Trystan: heheheh...
B: eu! tô acompanhando aqui
B: q virtualmente oq, é ao vivo mesmo :P
B: mas sim, concordo com NiXX nessa: a pluralidade, apesar de tirar o aspecto única, democratiza mais a obra, torna mais conhecida, e pra mim, você produzir sua visão sobre o q já existe é tão válido qnt criar algo novo
SirNiXXon: Mas o que é uma obra "única" B? :P Sinceramente? Obra única não existe. Não hoje em dia.
B: exato, mas disso Walter Benjamin falou melhor :P
SirNiXXon: Existe é uma transformação de uma carga cultural que a gente tem e daí vc acaba criando algo novo mas que não é novo em suas raízes. Veja Matrix: uma colcha de retalhos agrupados de forma a criar um todo original de várias partes "copiadas". :) É esse o trabalho de qualquer artista. É como a vida de um cronista: observar a vida real e ter o senso de como escrever isso de uma forma relevante. :)
Trystan: eu concordo que isso seja um aspecto valido, mas nao é o único
B: galera, papo tá bom, mas tô vendo q a gente tá precisando amarrar o assunto, dar uma conclusão
SirNiXXon: hahaha Tudo culpa sua, seu entrevistador fuleiro

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Novo Jornalismo de Games

A umas duas semanas atrás eu fiz um post sobre uma possível mudança na forma de se fazer jornalismo sobre games. Pra minha surpresa, tem muita gente que também está pensando no assunto.

State of play: is there a role for the New Games Journalism?
(...)and this is another problem with New Games Journalism – one referenced by Kieron Gillen in his compelling NGJ manifesto. Most videogame magazine staff just don’t have the correct experience or training to pull off this kind of writing. There is a thin line between subjective and self-indulgent and it's one that magazines tend to throw themselves straight over.
Ten unmissable examples of New Games Journalism
(...)First published in PC Gamer, Ian Shanahan‘s follow up to ‘Bow, Nigger’ is another riveting one-on-one online encounter, this time taking place in the morally ambiguous world of graphical chatroom(...)

Unindo esses pontos e aquilo que eu já havia citado sobre o estilo de escrita do The Inventory ou até mesmo do Just Adventure dá pra se pensar num estilo de publicação realmente interessante. Talvez mais ainda se for pra web, ou distribuição eletrônica como PDF... Idéias, idéias... :)

Edição: ah, eu tinha esquecido de incluir um link para o Bow Nigger, um dos textos mais famosos no "New Games Journalism". *shame*

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O III vem antes do primeiro, faz sentido?

Em breve Guerra nas Estrelas Episódio III estará nos cinemas. Você saberá toda a estória do filme (claro que não né?). Como? Onde? Aqui. Divirta-se. ;)

Screeners report that this character fires a barrage of laser bolts, then pauses while the red spot in his chest lights up. When the protagonist shoots the red spot, the enemy attacks with another barrage, moving around the room in a repeating pattern, until the red spot becomes vunerable again. Rumors state that if the red dot is hit three times he will explode.
Alterado por mOTA para poder ficar certinho na página...

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Ação Games? Videogame? EGM? 6 por meia dúzia!

Alguém está realmente muito puto com as revistas de videogame:

This Is Why Your Game Magazine Sucks (parte 01 -- parte 02)

Esses artigos me lembram de quando eu tinha 11 anos de idade e comprava toda e qualquer revista de videogame que ousasse aparecer numa banca (alguém lembra da SuperGame? A antecessora da SuperGamePower? :P). E sabe de uma coisa? O carinha revoltado daí de cima tem toda razão.

Eu me peguei pensando coisas semelhantes ao que ele falou justamente quando estava fazendo um projeto de revista de games como trabalho para a faculdade. Na época eu comprei algumas revistas para ver no que tinham mudado entre meus 11 anos de idade e o penúltimo ano de minha faculdade. Elas tinham ganho mais publicidade e eliminaram a sessão de "recordes", mas o resto...

A fato é que a revistas eletrônicas realmente eliminaram a necessidade de revistas de games impressas, pelo menos seguindo esse "modelo tradicional" de mais de dez anos. Essas revistas precisam seriamente de uma revisão de conteúdo, e curiosamente um ótimo exemplo disso é a The Inventory. Ok, ok, eu sei que a Inventory não é exatamente uma revista impressa, mas ela segue a mesma lógica, não? Afinal de contas, é um PDF!

No caso de quando eu estava produzindo a TIdGames (a revista de games que fiz pra faculdade), me vi numa situação meio que oposta a da galera da EGM: eles dispensaram um cara que sabia escrever mas não sabia jogar. Eu criei uma revista de games com cinco meninas que sabiam escrever mas não sabiam jogar (bem, uma delas sabia jogar um pouquinho, mas deu pra sentir o drama, né? :P)

Ainda assim foi interessante interessante: pega a menina que gosta de cinema e manda falar do filme Tomb Raider 2, pega a que gosta de esportes e manda falar do FutSim, pega uma jornalista da Folha e manda fazer matéria sobre Lan Houses.

Teve algo de
muito frankenstein no resultado... Digo, aquilo parecia tudo menos uma revista de games "de verdade", mas não foi por causa dos artigos com pontos-de-vista de não-gamers, mas sim por falta de matérias de gamers também. O único gamer da equipe era eu mesmo, e digamos que com a edição, diagramação, criação de pauta e etc, eu não tive muito tempo para gerar o conteúdo propriamente dito. Mas com aquela equipe e mais umas três ou quatro pessoas que fossem realmente gamers, bem, com isso poderia ter nascido uma nova forma de se produzir revistas de games. Quem sabe no futuro? ;)

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blue and red pills

Alguém lembra daquela propaganda antiga do Master System?

Um garoto genérico equipado com um óculos 3D atirando com sua pistola Light Phaser em foguetes que pareciam sair da tela e a impactante frase no final: "Master System: é um jogo, mas poderia ser verdade"? Pois se a vida imita a arte e arte imita a vida, chegamos num tempo onde a vida imita os jogos e os jogos imitam a vida, e a arte imita os jogos que imitam a vida que... ah, sigam o link que fica mais fácil :)

Andas' Game
(AVISO: são cerca de 19 páginas de texto, mas vale a pena. Pros impacientes, o link leva até uma propaganda, é só esperar um pouquinho que o texto aparece em seguida)

O curioso do "Anda's Game" é que existe, claro, uma romantização do assunto, mas esses "farmers" (nenhuma relação com os tradicionais plantadores de batatas), que ficam "jogando" MMOGs pra vender os frutos das horas de jogo no eBay, já se tornaram algo bastante comum. Geralmente de países asiáticos, esses caras 'tão em tudos que é MMOG, particularmente nos com raízes mais asiáticas (se não acreditam, tentem os servidores oficials do Final Fantasy XI Ou Lineage II).

E se você gostou da história mas não tá a fim de pagar em dólar, tenta aqui.

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Entendeu? É uma pena, eu sim.
Brincadeira :) Com o convite do caro mOTA, eu passo agora a ser um integrante da equipe do CodeThe.Net, e quem sabe, de vez em quando, fazer até um post? Só pra uma introdução rápida: como a maioria das pessoas deste blog, eu trabalho com pesquisas aleatórias de cunho tecnológico-comunicacional no Virtus (enrolação proposital ;P), como a não-maioria das pessoas deste blog (duh!) sou formado em jornalismo. Como mOTA falou num post interno do blog (maldito traidorrrrr!), sou um cara chato, muito chato, e este não sendo um blog pessoal (ainda bem) me abstenho de maiores comentários sobre mim mesmo.

'té!

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