U-hu! É dessa vez que a Sony se fode! :)
"Em janeiro, no Japão, as proporções de venda do Wii em relação ao PlayStation 3 foram de três para um, aproximadamente. O console da Nintendo vendeu 405 mil unidades, enquanto o da Sony ficou em 148 mil."
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O que fazer se encontrar um RPGista
"Eu realmente prefiro ser adorado através de MMORPGs"
~ O Demônio sobre RPGs
"Vampiro: Ao contrário do que muitos acham, Vampiro: A Máscara não é um RPG, mas sim uma organização gótica de emos sem talento que buscam aterrorizar lobisomens e outros furries."
O que é RPG?
Reeducação Postural Global. RPG é uma sigla para Jogo Extremamente Satanico, assim como JPG (Jogos Potencialmente Satânicos), BMP (Bons Monstros não são Satânicos) , ASL (Idade, Sexo e Local onde pratica suas atividades Satânicas) , FDP (Filho do Capiroto) e PQP (Casa do Gran Satã).
RPG (Raid Playing Games)
MMORPG - Significa Minha Mãe Ouve Ratos de Porão Gritando
Sabedoria é uma benção...
mOTA
Faces will be melted!
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Uma história de amor no mundo virtual
A Love Story, by Jeff Freeman
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EVE Online de graça
Ok, mas não precisamos ficar tristes, o site MMORPG.com agora está oferecendo um trial de 14 dias para o EVE Online. No ano passado o site já tinha feito isso e eu aproveitei, garanto que vale a pena! É um jogão.
Pra quem quiser mais informação sobre o EVE, eu fiz um review e postei na Pootz Games, é só seguir o link.
Narrativas
A Abragames sustenta a informação que os lucros da indústria de jogos ultrapassou o da industria cinematográfica em 2003. Eu tinha visto uma informação parecida antes, só que ela dizia que na verdade os jogos não tinham ultrapassado toda a indústria cinematográfica, mas sim a renda dos ingressos para o cinema dentro dos USA. Uma diferença considerável, se contarmos que existem também os lucros dos ingressos em países fora do USA, da venda de DVDs, da venda dos filmes às redes de televisão e produtos em gerais (CDs de trilha sonora, action-figures, etc...)
De qualquer forma, é algo relevante. Não há como negar o fato de que os games estão se tornando um negócio tão grande quanto o cinema, e isso definitivamente vai implicar algumas mudanças de paradigma. Qualquer gamer atento já percebeu que atualmente cada vez mais os games se aproximam do cinema também no gameplay. Os gráficos mais realistas, as câmeras tiradas de filmes populares, as cutscenes e formas de contar a estória... Os próprios roteiros de alguns jogos são bem mais elaborados hoje do que os de alguns filmes, ao mesmo tempo que outros possuem estórias e roteiros que dariam perfeitamente um longa-metragem.
Aí, quando eu começo a conversar com André Neves aqui no Kimera e vejo as viagens de incluir IAs em filmes, com tecnologia de voice recognition pra interagir com o espectador, percebo que não são só os games que estão se aproximando do cinema, mas que o cinema também está dando uns passinhos pro lado dos jogos. Não é a toa que jogos de filmes e filmes de jogos estão se tornando cada vez mais populares. A maioria ainda muito ruins, mas potencial ao menos existe.
E no que é que tudo isso vai dar? Boa pergunta. Talvez eles não sejam duas coisas tão diferentes assim. Afinal de contas, games, filmes, HQs, RPGs e etc são todos formas de se contar estórias. Claro, em cada um deles existe mais do isso, mas é exatamente nesse ponto, na estória, que eles se tocam. E eu começo a enxergar um borrão aí.
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City of Heroes de graça
Quando os blogs vencem
Como por exemplo um post que encontrei no Kill Ten Rats
My friend loves his alcohol. A lot. This guy once got so drunk on New Years Eve that he unzipped his pants on the Las Vegas Strip 30 minutes before midnight and relieved himself on Caesars Palace while random tourists took pictures. Now that you have that delightful image seared into your memory, we jump to last night. My friend, decides that Tuesday night is a great night to go to a bar. I decline his invitation, but he finds some drinking buddies and they set off. Around 1AM I get a drunk dialing call from him. It’s the usual how much he misses his girlfriend type stuff, but then he starts talking about WoW.
You see, my friend, unlike me the dilettante, pretty much concentrated on just playing WoW and only having character and an auction house guy. Even though he started playing at the end of January, the guy has hit lvl 60, bought an epic mount, and has enough money to buy another one if he feels like it. I have many friends that play the game. Some are in well organized guilds that have killed Onyxia several times. However, those guys all pretty much joined the same guilds they joined in beta, assuring that their fellow guildmembers would be fairly hardcore gamers. Myself and four others wisely cordinated and ended up on the same server (unlike my other friends), but we are casual players compared with the others. My drunken friend plays a lot more than us so he is frustrated. Hence the drunken call.
Ever since getting his epic mount my friend has been bored out of his mind. He wants to go try and kill Onyxia and run Molten Core, but he knows he won’t while he stays in our guild, yet he doesn’t want to leave his buddies since middle school. So he calls me and lays out the plan he must have been formulating for quite a while now. Using his advertising background he plans to turn out little guild of five guys from Orange County and a couple of Australians that don’t mind playing with us American insomniacs into the greatest guild ever. It’ll be interesting to see how far he goes with this, or if he’ll even remember tomorrow morning.
Questão de estilo
Telejogo na era 3d
Novo Jornalismo de Games
State of play: is there a role for the New Games Journalism?
(...)and this is another problem with New Games Journalism – one referenced by Kieron Gillen in his compelling NGJ manifesto. Most videogame magazine staff just don’t have the correct experience or training to pull off this kind of writing. There is a thin line between subjective and self-indulgent and it's one that magazines tend to throw themselves straight over.Ten unmissable examples of New Games Journalism
(...)First published in PC Gamer, Ian Shanahan‘s follow up to ‘Bow, Nigger’ is another riveting one-on-one online encounter, this time taking place in the morally ambiguous world of graphical chatroom(...)
Unindo esses pontos e aquilo que eu já havia citado sobre o estilo de escrita do The Inventory ou até mesmo do Just Adventure dá pra se pensar num estilo de publicação realmente interessante. Talvez mais ainda se for pra web, ou distribuição eletrônica como PDF... Idéias, idéias... :)
Edição: ah, eu tinha esquecido de incluir um link para o Bow Nigger, um dos textos mais famosos no "New Games Journalism". *shame*
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Ação Games? Videogame? EGM? 6 por meia dúzia!
This Is Why Your Game Magazine Sucks (parte 01 -- parte 02)
Eu me peguei pensando coisas semelhantes ao que ele falou justamente quando estava fazendo um projeto de revista de games como trabalho para a faculdade. Na época eu comprei algumas revistas para ver no que tinham mudado entre meus 11 anos de idade e o penúltimo ano de minha faculdade. Elas tinham ganho mais publicidade e eliminaram a sessão de "recordes", mas o resto...
A fato é que a revistas eletrônicas realmente eliminaram a necessidade de revistas de games impressas, pelo menos seguindo esse "modelo tradicional" de mais de dez anos. Essas revistas precisam seriamente de uma revisão de conteúdo, e curiosamente um ótimo exemplo disso é a The Inventory. Ok, ok, eu sei que a Inventory não é exatamente uma revista impressa, mas ela segue a mesma lógica, não? Afinal de contas, é um PDF!
No caso de quando eu estava produzindo a TIdGames (a revista de games que fiz pra faculdade), me vi numa situação meio que oposta a da galera da EGM: eles dispensaram um cara que sabia escrever mas não sabia jogar. Eu criei uma revista de games com cinco meninas que sabiam escrever mas não sabiam jogar (bem, uma delas sabia jogar um pouquinho, mas deu pra sentir o drama, né? :P)
Ainda assim foi interessante interessante: pega a menina que gosta de cinema e manda falar do filme Tomb Raider 2, pega a que gosta de esportes e manda falar do FutSim, pega uma jornalista da Folha e manda fazer matéria sobre Lan Houses.
Teve algo de muito frankenstein no resultado... Digo, aquilo parecia tudo menos uma revista de games "de verdade", mas não foi por causa dos artigos com pontos-de-vista de não-gamers, mas sim por falta de matérias de gamers também. O único gamer da equipe era eu mesmo, e digamos que com a edição, diagramação, criação de pauta e etc, eu não tive muito tempo para gerar o conteúdo propriamente dito. Mas com aquela equipe e mais umas três ou quatro pessoas que fossem realmente gamers, bem, com isso poderia ter nascido uma nova forma de se produzir revistas de games. Quem sabe no futuro? ;)
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blue and red pills

Um garoto genérico equipado com um óculos 3D atirando com sua pistola Light Phaser em foguetes que pareciam sair da tela e a impactante frase no final: "Master System: é um jogo, mas poderia ser verdade"? Pois se a vida imita a arte e arte imita a vida, chegamos num tempo onde a vida imita os jogos e os jogos imitam a vida, e a arte imita os jogos que imitam a vida que... ah, sigam o link que fica mais fácil :)
Andas' Game
(AVISO: são cerca de 19 páginas de texto, mas vale a pena. Pros impacientes, o link leva até uma propaganda, é só esperar um pouquinho que o texto aparece em seguida)
O curioso do "Anda's Game" é que existe, claro, uma romantização do assunto, mas esses "farmers" (nenhuma relação com os tradicionais plantadores de batatas), que ficam "jogando" MMOGs pra vender os frutos das horas de jogo no eBay, já se tornaram algo bastante comum. Geralmente de países asiáticos, esses caras 'tão em tudos que é MMOG, particularmente nos com raízes mais asiáticas (se não acreditam, tentem os servidores oficials do Final Fantasy XI Ou Lineage II).
E se você gostou da história mas não tá a fim de pagar em dólar, tenta aqui.
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